Verdades do Corpo | Olá! Eu sou o teu sintoma…
Representa uma visão alternativa à saúde baseada na biodescodificação de uma sintomática física ou psicológica, numa intervenção terapêutica que dirige à cura profunda emocional. Serviços: Psicologia Clinica, Psicossomática Clinica e Humanista, Psicogenealogia, Sexualidade Masculina, Numerobiologia.
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Olá! Eu sou o teu sintoma…

Olá… Eu tenho muitos nomes: dor no joelho, dor de cabeça, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor lombar, ciática, cancro, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroides, a lista continua… Já me ofereci como voluntário para o pior trabalho possível:

 

 

Ser O portador das más notícias.

 

Tu não me compreendes, ninguém me compreende. Tu pensas que eu quero chatear-te, maldizer os teus planos de vida. Toda a gente pensa que te quero fazer mal ou limitar-te de alguma forma. E não… Isso seria um perfeito disparate. Eu, o sintoma, simplesmente procuro falar contigo numa linguagem que compreendas e entendas.

 

Vamos lá, responde-me honestamente a esta pergunta: Tu serias capaz de pedir ajuda a alguém que te provoca dor?! Pois, é isso o que eu faço… Com a minha dor, procuro alertar-te…

 

Então porque não entendes que eu, o sintoma, nunca poderei ser “subtil” ou “meiguinho” quando o meu papel é fazer passar A mensagem?! Tu dizes mal de mim, odeias-me, queixas-te da minha presença no corpo, mas nem sequer te dás ao trabalho em parar um segundo e raciocinar o “para quê” da minha presença em ti…

 

Só te ouço a dizer: “CALA-TE”, “DESAPARECE”, “ODEIO-TE”, “MALDITA HORA EM QUE ME APARECESTE”, e mil e uma frases que me fazem impotente em fazer-te compreender. Mas Eu mantenho-me firme e constante, porque sei que te devo fazer passar a mensagem.

 

E tu, o que fazes? Mandas-me dormir com analgésicos, calar com tranquilizantes e com anti-inflamatórios, apagar-me com “quimioterapias”. Tentas todos os dias obstruir-me, silenciar-me e calar-me. E me surpreende às vezes constatar que preferes consultar bruxos e adivinhos para que de uma forma “mágica” saia do teu corpo. E eu, quando a minha única intenção é transmitir-te uma mensagem, sou totalmente ignorado.

 

Imagina que sou o alarme do Titanic que procura mil uma formas de dizer-te que tens um iceberg à tua frente, no qual vais chocar e afundar-te. Grito e grito todo o tempo, durante horas, dias, semanas, meses, anos, simplesmente para tentar salvar a tua vida. E tu, que te queixas que não te deixo dormir porque não te deixo andar, nem trabalhar, e teimosamente continuas sem compreender-me.

 

Percebes?

 

Para ti, eu, o sintoma, sou a DOENÇA.

 

Que coisa mais absurda. Não confundas as coisas… E depois vais aos médicos e gastas dezenas de consultas. Gastas dinheiro que tens e não tens, medicamento atrás de medicamento. E tudo só para me calar…

 

 

“EU NÃO SOU A DOENÇA, SOU O TEU SINTOMA.”

 

 

Para quê me mandas calar quando eu sou o único alarme que está a procurar salvar-te?!

 

A doença “és tu”, “o teu estilo de vida”, ”as tuas emoções reprimidas”, e isso sim, é a tua doença. E nenhum médico do planeta Terra sabe como combater doenças. A única coisa que fazem é tentar calar-me, lutar contra mim, calar-me, silenciar-me, para me fazer desaparecer, pondo uma maquilhagem invisível para que tu não me vejas.

 

Talvez sintas um incómodo ao leres estas palavras… Talvez isto seja uma machadada na tua inteligência. Não faz mal se te sentes um pouco aborrecido ou frustrado. Eu sei gerir os teus processos emocionais bastante bem e compreendo-os perfeitamente. Na realidade, essa uma parte do meu trabalho, não te preocupes, eu funciono sempre a teu favor. A boa notícia é que só depende de ti não necessitares de mim. Depende totalmente de ti analisar o que procuro transmitir-te e também o que procuro prevenir.

 

Quando eu, o sintoma, apareço na tua vida, não é para te dizer “olá”. Eu sirvo para avisar-te que uma emoção se mantém guardada dentro do teu corpo, que deve ser analisada e resolvida para não adoeceres. Deverias dar-te oportunidade a ti mesmo em perguntar:

 

 

“PARA QUÊ APARECE ESTE SINTOMA NA MINHA VIDA?”

 

“QUE SERÁ QUE ELE ME QUER DIZER?”

 

“PORQUÊ ESTE SINTOMA ESTÁ A APARECER AGORA?”

 

“QUE DEVO DE MUDAR EM MIM DE MODO A NÃO NECESSITAR DESTE SINTOMA?”

 

 

Se deixas este trabalho de investigação somente ao nível do teu pensamento, a resposta talvez não te surja logo imediatamente. Deves também pedir a colaboração do teu INCONSCIENTE, o teu CORAÇÃO e as tuas EMOÇÕES.

 

Por favor, quando eu apareço no teu corpo, antes de ires a correr ao senhor doutor para me anestesiar, analisa o que acabei de te transmitir. Na realidade, por uma vez na vida gostaria de ser reconhecido pelo meu excelente trabalho. E quanto maior a tua entrega e consciência no “para quê” do meu aparecimento no teu corpo, mais rápido eu desapareço.

 

Pouco a pouco irás descobrir que, quanto melhor investigador da tua vida tu sejas, menos vezes terei necessidade em visitar-te. Asseguro-te que chegarás ao final do dia sem teres que me ver nem sentir. Ao mesmo tempo que obténs esse equilíbrio e perfeição como eu sendo o ESPELHO DA TUA VIDA, das tuas emoções, reações e coerência, te garanto que irás abdicar dos médicos e da medicação.

 

POR FAVOR, deixa-me sem trabalho.

 

Ou pensas que disfruto daquilo que faço?!

 

Convido-te a refletires quando eu apareço, a razão de eu aparecer e o motivo da minha visita. Desafio-te a deixares de me exibir como troféu à tua família e amigos.

 

Estou farto que me digas:

 

“Pois, e os meus diabetes? Não sabes que eu SOU diabético?”

 

“Como eu não aguento com as dores do joelho, eu não posso mais caminhar…”

 

“Malditas as minhas enxaquecas, o médico disse-me que são crónicas…”

 

Por vezes agarras-te a mim e presumes que eu sou um tesouro no qual não te queres desprender. Usas-me para teres reconhecimento dos outros. Quando fazes isso, sinto-me envergonhado com o meu trabalho. Nessa vontade de agarrar à doença estás realmente a dizer:

 

“Olhem para mim, que débil que eu sou… Não sou capaz de analisar nem compreender o meu próprio corpo e as minhas próprias emoções. Não vivo em coerência, vejam a minha debilidade…”.

 

Agora peço-te por favor, consciencializa-te, reflexiona e atua! Quanto mais compreenderes a minha utilidade, mais cedo eu irei embora.”

 

Att.

O TEU SINTOMA

 

AUTOR DESCONHECIDO

(texto traduzido e adaptado por Marco Sousa)

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