Verdades do Corpo | Os CONFLITOS EMOCIONAIS do FÍGADO e da VESÍCULA BILIAR.
Representa uma visão alternativa à saúde baseada na biodescodificação de uma sintomática física ou psicológica, numa intervenção terapêutica que dirige à cura profunda emocional. Serviços: Psicologia Clinica, Psicossomática Clinica e Humanista, Psicogenealogia, Sexualidade Masculina, Numerobiologia.
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Os CONFLITOS EMOCIONAIS do FÍGADO e da VESÍCULA BILIAR.

Uma breve descrição:

 

 

O FÍGADO é a maior glândula do corpo e um dos órgãos mais complexos. Possui cerca de 20 cm de largura e pesa, geralmente, mais de 1 kg. Encontra-se localizado na parte superior direita do abdômen muito próximo do estômago, debaixo do diafragma e do pulmão direito e é subdivido em 4 lobos: direto, esquerdo, caudado e quadrado. As suas funções principais são:

 

  • Decompor e armazenar nutrientes;
  • Produzir fatores de coagulação para o sangue;
  • Segregar bílis para os intestinos;
  • Filtra metabólitos tóxicos no sangue para serem posteriormente eliminados pelo corpo;

O fígado armazena, transforma, metaboliza, produz e expele um vasto reportório de moléculas, nutrientes e compostos essenciais para manter o equilíbrio celular e metabólico do corpo humano. As funções bioquímicas deste órgão são tão importantes que também é conhecido por ser “o laboratório do corpo”.

 

A VESÍCULA BILIAR funciona como um pequeno saco excretor situado na porção final do estômago e no início do intestino delgado. O saco biliar funciona como um reservatório para a bílis, esvaziando o seu conteúdo através do conduto biliar no duodeno para facilitar a digestão, favorecendo assim, os movimentos dos intestinos e a absorção dos nutrientes. Além disso, evita a putrefação e emulsiona as gorduras. A vesicula ajuda a decompor as moléculas de maior composição, evitando a sua acumulação tóxica no organismo.

 

 

Na breve descrição destes dois importantes órgãos relacionados com o funcionamento do sistema digestivo, procura-se salvaguardar que ambos não são imunes a conflitos emocionais inconscientes muito específicos e que se expressam, sobretudo, através das várias patologias hepáticas.

 

 

O foco da medicina convencional encontra-se em estudar o mecanismo celular e funcional do órgão, orientado os seus esforços em neutralizar, inibir ou prevenir todo o tipo de efeitos patológicos. Contudo, através da NOVA MEDICINA GERMÂNICA, foi descoberto que o estado emocional de um sujeito ativa ou diminuiu a funcionalidade do fígado e vesicula biliar. Na presença de certas condições emocionais do meio externo, o fígado e a vesicula reagem de uma forma especifica.

 

 

 

CONFLITOS EMOCIONAIS DO FÍGADO:

 

 

O fígado é um órgão que está relacionado com os conflitos de sobrevivência, sobretudo com a busca do alimento. Neuro-anatomicamente, a função inconsciente da “busca do alimento” é comandada por instâncias localizadas no tronco cerebral (cérebro reptiliano).

 

Esta função inconsciente cerebral é útil para despertar o instinto de sobrevivência perante a busca do alimento, quer seja REAL e/ou SIMBÓLICA. Como o inconsciente biológico não distingue o real do simbólico, o alimento pode ser considerado tudo o que está associado simbolicamente ao alimento, isto é, dinheiro, bens materiais, terrenos, tudo que permite converter o seu valor algo que permite encher as prateleiras de um frigorífico. O papel da caça e cultivo de alimentos foi relegado para funções especializadas num grupo mais restrito de indivíduos. Atualmente, numa sociedade sedentária, a busca do alimento traduz-se em dinheiro / valor monetário. “Se tenho dinheiro, tenho alimento. Se não tenho dinheiro, corro o risco de passar fome.” A doença de Kwashiorkor ocorre em crianças em estados de desnutrição (sobretudo em países do terceiro mundo), causando uma alteração morfológica no fígado, aumentando o seu volume numa espécie de híper-funcionamento na carência alimentar. Assim sendo, em casos extremos de carência alimentar, o fígado procura intensificar a sua função.

 

Para o inconsciente coletivo  DINHEIRO = ALIMENTO.

 

Todas as patologias do fígado encontram-se em relação a 3 conflitos emocionais específicos:

 

 

  1. CONFLITO DE CARÊNCIA: medo de morrer à fome; medo da miséria; medo da falta de dinheiro e de valor famíliar = fome + dinheiro +família (muito relacionado com as heranças); Este conflito é comum em famílias que passaram por períodos de fome e carência e que procuram dividir os seus bens.

 

 

  1. CARÊNCIA DE FÉ (“foi” em francês, “foie” fígado), de amor, reconhecimento familiar, tudo o que se considera um alimento emocional vital. “Medo de não ter o alimento essencial para a minha sobrevivência.”; Este alimento tem uma carga simbólica mais subtil e encontra-se relacionada com princípios humanos vitais.

 

 

  1. CONFLITO DE ALIMENTO TÓXICO: quando o corpo digere um alimento tóxico, automaticamente é expelido através do reflexo faríngeo. Mas o que acontece quando o alimento se mantém? O alimento tóxico pode ser todo o tipo de contrariedades indigestas desde uma traição de um familiar, uma perda de uma herança, uma amargura com alguém muito próximo ou algo altamente indigesto e inaceitável na vida. Caso esse “bocado indigesto” se mantenha presente, as instâncias psíquicas inconscientes irão digerir o bocado através do híper-funcionamento gástrico e biliar. Neste sentido, a vesícula biliar encontra-se especialmente ligada a este tipo de conflitos, assinalando conflitos de injustiça e contrariedades familiares indigestas, onde a pessoa se mantém obrigada a aceitar essa mesmas vivências. A expressão “pessoa com maus fígados” associa-se a pessoas vingativas, ”maldosas”, movidas por um desejo de vingança e restituição da justiça.

 

 

A COMBINAÇÃO DE TODOS OS CONFLITOS PODE LEVAR A UM HIPERFUNCIONAMENTO DAS CÉLULAS HEPÁTICAS E ESTAR NA ORIGEM DE UM PROCESSO ONCOLÓGICO.

 

Caso se não exista uma resolução emocional para estes conflitos, mesmo com dietas adequadas e protocolos médicos associados, o inconsciente biológico vai estar a manter a sua função em híper-estimular o fígado. Neste sentido, a medicina terá que envolver a Psicologia Moderna para converter estes sintomas. Na bibliografia médica existe uma carência assinalável de estudos que concernem este tipo de investigações devido a razões de caracter politico e ideológico.

 

 

CONFLITO EMOCIONAL DA VESÍCULA BILIAR:

 

 

As patologias associadas à vesicula biliar estão relacionadas com a presença constante de ira e de sensação de injustiça dentro do território (família real ou simbólica), acabando por se transformar em rancor, ressentimento e amargura. A proporção emocional do conflito de ira e ressentimento cristaliza-se em cálculos biliares, originando vários tipos de consequências indesejáveis. A desintoxicação emocional é primeiro passo para evitar sintomas biliares. Quem não conhece a expressão “ser uma pessoa aziada (azia)”?

 

 

PERSONALIDADE E CONFLITOS DE FÍGADO E VESÍCULA BILIAR:

 

A personalidade das pessoas associadas a estas patologias, por norma, são inflexíveis, “duras”, hiper-racionais, lutadoras, ambiciosas, calculistas, determinadas, aguerreadas, estrategas, com o intuito em causar um dano específico no inimigo, normalmente associadas a um porte mais rígido e tenso. Este tipo personalidade é uma solução psíquica em cenários familiares onde prevaleceu uma “luta” por valores, dinheiro e reconhecimento, sobretudo num clima de carência e fome. O cenário pós-apocalíptico do filme “Mad Max”, os sobreviventes são aqueles que mais conseguem defender a sua vida e lutar pelo escasso alimento. Os conflitos de fígado são “cozinhados” em ambientes familiares onde existiu uma carência de alimento real e/ou simbólico como dinheiro, reconhecimento, valor e amor. Se numa família com 6 filhos, os pais só tem metade de um pão para oferecer, os irmãos terão que se guerrear entre si para tomar o único pedaço vital no qual têm direito. Basta imaginar os esquemas que terão que fabricar para possuir esse pequeno pedaço, abdicando por vezes de certas normas e regras, levando ao roubo, traição, criação de alianças e frações intrafamiliar, usurpação, e todo o tipo de delitos imorais que enchem os gabinetes de advogados e notários, especialmente após a distribuição e divisão de bens familiares. Nesse cenário de guerra, vai existir todo o tipo de toxicidade emocional. Por vezes, a guerra termina mas o inconsciente biológico mantém o pedaço emocional à espera de ser metabolizado e expelido pelas instâncias psíquicas.

 

 

SOLUÇÃO PARA OS CONFLITOS DE FÍGADO:

 

 

1 – IDENTIFICAÇÃO DO CONFLITO:

 

 

Para iniciar a mudança é necessário identificar, com precisão, qual ou quais os conflitos detetados, encontrando a sua programação inconsciente na linha temporal.

 

Para o efeito, é requer definir prioridades vitais: Neste momento, é mais importante para mim ter razão ou ter uma vida mais equilibrada e saudável? A resposta para esta pergunta não é assim tão simples de responder quando se colecionou um conjunto de inimigos, fruto de guerras antigas. Alguém que apresenta este tipo de sintomas terá que forçosamente olhar para as suas ações de uma forma sincera e honesta, pesando o valor das mesmas. O ódio, o ressentimento e a amargura são emoções que não são moralmente bem digeridas. Contudo, não existindo esse reconhecimento, acabarão por retroalimentarem-se e exponenciar a massa conflitiva.

 

 

2 – ANÁLISE DA HISTÓRIA DE VIDA CONTEMPORÂNEA E PASSADA:

 

 

Identificar acontecimentos de uma forma precisa, bem como as pessoas envolvidas no cenário. Embora o conflito desecandeante possa ocorrer num cenário extrafamiliar como trabalho ou grupo de amigos, a sua programação advém da família e de histórias relacionadas com injustiças, rancores e ódios no passado. Este passo requer uma análise da árvore genealógica (psicogenealogia transgeracional) para detectar quais os principais “culpados” das divisões e guerras familiares, procurando reconhecer os verdadeiros inimigos e compreender as suas ações de uma forma aberta, fria e desapegada.

 

 

 

3 – ENTREGA:

 

 

Em todo tipo de sintomas mais ou menos graves do fígado e vesícula biliar, é necessário realizar um processo de cedência em relação às injustiças ou contrariedades cometidas, obrigando a pessoa a baixar as suas defesas e escudos de combate. Contudo, este processo de autoconhecimento requer uma dose de Fé na vida ou em qualquer inspiração filosófica espiritual, para devolver a esperança no lado “bom” do ser humano. Quando alguém vive num cenário onde só perceciona esquemas diabólicos com seres abomináveis, a pessoa vai perdendo fé na existência, com ideias rígidas onde não tem espaço para um lado mais humano e compreensivo. O “baixar as armas” para este tipo de personalidades, significa perigo de apunhalamento, morte por traição, derrota, perda de razão ou orgulho, mantendo uma postura de desconfiança, mesmo perante seres humanos com as intenções mais genuínas. O conflito de fé surge quando a mente entre neste mindset rígido, semelhante ao plano do inferno de Dante de Goethe. Como é possível acreditar no “bem” se só vejo o “mal”?

 

O último passo requer uma mudança de visão filosófica da vida. Por norma, há uma tendência à descrença em relação às verdadeiras intenções espirituais do ser-humano ou, no seu oposto, excessivamente rígidos numa ideia em que existe um Deus justiceiro e vingador e que vai dar resposta a todas as injustiças infligidas pelo inimigo (este tipo de visão espiritual é baseada na crença da existência de um pai espiritual castigador e justo, em dogmas tóxicos e nocivos transmitidos por frações religiosas, estando na origem das “guerras santas”).

 

Ao entrar num processo de introspeção com a vida, numa espécie de diálogo com Deus, a pessoa irá abrir portas de consciências nunca antes atingidas, ganhando uma nova perspetivas de encarar todas as vicissitudes ocorridas ao longo da vida.

 

 

Tal como um grande sábio do século passado afirmou: “A doença serve para curar o homem.”

 

 

 

Marco Sousa, Psicologia Moderna Integrativa

 

Referências bibliográficas:

Corbera, E. y Marañon, R. Tratado de Biodescoficacion.

dicionário bioemocional 2016 https://play.google.com/store/apps/details?id=com.joanmarcbio.dicciobio2

Fleche, C. Descodificacion Biologica de Los Problemas Digestivos, 2015, Ediciones Obelisco.

https://www.tuasaude.com/

Sellam, S. Principios de Psicosomática clinica, 2009, Ediciones Berangel.

Sellam, S., El pâncreas, el diabetes y cáncer, 2015, ediciones Berangel.

 

7 comentários

  • Marcia

    12.07.2018 at 15:22 Responder

    Amei! Seu texto possui mais conteúdo explicativo acessível para promover uma mudança. Parabéns, vou segui-lo sempre!

    • Marco Sousa

      24.07.2018 at 17:05 Responder

      Obrigado Márcia!

  • Salete de oliveira Marcilio

    12.09.2018 at 19:33 Responder

    Muito Bom…!!! – repassar esse conteúdo à profissionais da área de saúde…

    Um Abraço !!!
    Salete de O. Marcílio

  • Valeria

    13.09.2018 at 03:55 Responder

    Adorei muito facil de entender!!!!! Com esta explicacao eu posso fazer as mudancas necessarias ..Agradecida e felicitacoes!!!!!

  • A desintoxicação emocional é primeiro passo para evitar sintomas biliares | Tudo já é!

    13.11.2018 at 19:32 Responder

    […] nov13 As patologias associadas à vesicula biliar estão relacionadas com a presença constante de ira e de sensação de injustiça dentro do território (família real ou simbólica), acabando por se transformar em rancor, ressentimento e amargura. A proporção emocional do conflito de ira e ressentimento cristaliza-se em cálculos biliares, originando vários tipos de consequências indesejáveis… Por norma, há uma tendência à descrença em relação às verdadeiras intenções espirituais do ser humano… O “baixar as armas” para este tipo de personalidades, significa perigo de apunhalamento, morte por traição, derrota, perda de razão ou orgulho, mantendo uma postura de desconfiança, mesmo perante seres humanos com as intenções mais genuínas. O conflito de fé surge quando a mente entre neste mindset rígido,  semelhante ao plano do inferno de Dante de Goethe. Como é possível acreditar no “bem” se só vejo o “mal”? Fonte pesquisada: https://www.verdadesdocorpo.com/2018/02/07/os-conflitos-emocionais-do-figado-e-da-vesicula-biliar/ […]

  • Heloisa

    06.05.2019 at 23:12 Responder

    Perfeito!

  • Regina

    20.05.2019 at 12:02 Responder

    Muito interessante!
    Me ajudou bastante!
    Grata!

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